TST menciona “lista suja” para punir empresas por assédio eleitoral

Poder360 · 2026-10-30

Resumo ASTRAL

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vieira de Mello Filho, ameaçou criar uma “lista suja” e impor restrições financeiras a empresas que praticarem assédio eleitoral em 2026. Ele repudiou demissões e incentivos a demissões baseados em escolhas políticas, classificando a prática como uma “infeliz iniciativa” com consequências drásticas. Paralelamente, a Justiça do Trabalho determinou que a Meta remova posts que incentivam a demissão de funcionários por voto e exiba um aviso sobre a proibição do assédio eleitoral.

Análise ASTRAL

A declaração do presidente do TST e a decisão judicial contra a Meta sinalizam uma postura firme do Judiciário trabalhista contra o assédio eleitoral. A criação de uma “lista suja” e restrições financeiras, se implementadas, podem ter um impacto significativo na conduta das empresas, especialmente em um ano eleitoral. A ação visa proteger o voto livre e a dignidade do trabalhador contra pressões políticas no ambiente corporativo.

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