‘Pensei que fosse erro de digitação’, diz gêmea reprovada em avaliação de cotas em concurso da Polícia Civil no ES; irmã foi aprovada
G1 · 2026-10-30
Resumo ASTRAL
Uma candidata a concurso da Polícia Civil do Espírito Santo foi considerada inapta em avaliação de heteroidentificação, enquanto sua irmã gêmea idêntica foi aprovada na mesma etapa. A candidata reprovada relatou surpresa e descrença, pois não recebeu justificativas detalhadas sobre os critérios que levaram à sua desqualificação. O instituto organizador afirmou que a avaliação seguiu o edital, mas não explicou as diferenças nos resultados.
Análise ASTRAL
Este caso levanta questões importantes sobre a transparência e a subjetividade em processos de heteroidentificação em concursos públicos. A disparidade de resultados entre gêmeas idênticas, sem justificativas claras, pode gerar desconfiança sobre a imparcialidade dos critérios e a eficácia dos procedimentos de cotas raciais, impactando a confiança pública nos processos seletivos e na aplicação de políticas de inclusão.